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Negócios em Portugal a caminho do verde

Negócios em Portugal a caminho do verde

Apesar de não haver estudos semelhantes para o mercado português, podemos dizer que o nosso país acompanha a tendência mundial de preocupação com as alterações climáticas.

A FI Group, em parceria com a consultora de comunicação e assuntos públicos LLYC, dirigiu recentemente um inquérito ao tecido empresarial português e os resultados, divulgados já em maio deste ano, demonstram a mesma preocupação crescente: mais de metade (54%) das empresas consultadas revelou um forte interesse na realização de investimentos para aumentar a eficiência energética até 2026. Ainda assim, 93% considera que é necessário implementar uma política de benefícios fiscais que permitam apoiar as empresas neste caminho para a transição energética. Internamente, o caminho está a ser feito: em 2019 foi apresentado publicamente o Plano Integrado de Energia e Clima 2030, de forma criar estratégias para capacitar o país do ponto de vista de energia e clima até à terceira década deste século.

Este ano, em plena Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia, as grandes apostas nacionais são a aprovação da Lei do Clima e a concretização do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que consigna 38% das verbas ao combate das alterações climáticas, em apoios diretos ou indiretos.

O PRR foi submetido no passado dia 22 de Abril à Comissão Europeia e aguarda agora a sua decisão final. O montante financeiro envolvido ascende a 16 644 milhões de euros, dos quais 13 944 milhões de euros correspondem a subvenções. Está em aberto a possibilidade de se recorrer a um valor adicional de 2 300 milhões de euros em empréstimos. O investimento está centrado em três grandes áreas temáticas: resiliência, transição climática e transição digital.

Na dimensão da transição climática a tranche a ser aplicada corresponde a 21% do total das subvenções e compreende investimentos na área dos transportes públicos limpos, na redução em 40% dos consumos de energia primária na Administração Pública, no apoio à renovação de edifícios residenciais, públicos e de serviços e no apoio a soluções de eficiência energética de famílias em situação de pobreza energética.

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