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Na energia solar está o ganho

Na energia solar está o ganho

A energia solar tem ainda muito potencial por explorar, embora haja cada vez mais exemplos da aposta nesta fonte renovável. Num momento de recuperação económica, vale a pena conhecer as vantagens ambientais e financeiras.

Publicado em 01 de Junho de 2021 às 12:31

Enfrentamos um momento que já foi comparado ao que se seguiu à II Guerra Mundial. A reconstrução do mundo após a pandemia de Covid-19, enfrenta, porém, desafios acrescidos. A verdade é que precisamos de pensar no desenvolvimento económico, social e financeiro, mas de uma forma cada vez mais sustentável. É indispensável atingirmos a neutralidade carbónica em 2050, para conseguirmos cumprir os objetivos do Acordo de Paris e limitarmos o aumento da temperatura do planeta a 1,5ºC. Mas garantir a qualidade de vida da população que o habita é igualmente um desígnio mundial.

Reconhecemos que é urgente diminuir as emissões de Gases com Efeito de Estufa (GEE), no entanto, só o setor energético é responsável por mais de dois terços destas emissões. Para continuarmos a viver com qualidade no planeta, será preciso trocar os combustíveis fósseis por produção de energia a partir de fontes renováveis como a água, o vento e, neste caso, o sol, a fonte primordial a que todos nós podemos recorrer para os nossos consumos do dia a dia.

Energia solar: opção em crescimento

A energia solar é a fonte de energia em crescimento mais rápido no mundo. A redução dos custos dos painéis fotovoltaicos solares e o aumento da procura por soluções renováveis fez com que se tornasse numa das formas mais baratas de produzir eletricidade. Graças a este franco crescimento, o relatório da Stakraft (a maior produtora de energia da Noruega) atreve-se mesmo a projetar de que será a principal fonte de geração de energia já em 2035.

O Roteiro para a Neutralidade Carbónica, que desenha a estratégia a longo prazo para a neutralidade carbónica da economia portuguesa em 2050, tem expectativas igualmente positivas para esta fonte de energia. Considerando a evolução presente, calcula que, já em 2025, o solar térmico para produção de calor de baixa temperatura na indústria tornar-se-á competitivo e, em 2030, a capacidade de produção igualará a energia eólica, para o ultrapassar dez anos depois. Neste seguimento, perspetiva-se que, em 2050 irá representar

50% do total de energia gerada

O Plano Nacional de Energia e Clima (PNEC 2030) segue pela mesma lógica, no que diz respeito ao futuro desta fonte de energia, ambicionando mais de 7GW de energia solar face a 2020, sendo que, destes, mais de 1,5GW deverá ser relativo a geração distribuída. Pelo que, considerando estas metas, será necessário avançar com a descentralização da energia solar e as empresas terão que ter um papel fundamental neste percurso. Não será difícil para Portugal aproveitar esta fonte natural, uma vez que é um dos países da Europa com maior incidência de radiação solar, com uma média anual de aproximadamente 2500 horas. O caminho para a neutralidade carbónica terá, assim, de passar por aqui.

Saber investir no momento certo

Para o setor empresarial, a instalação de painéis solares fotovoltaicos nos seus edifícios pode tornar-se numa fonte de poupança, de rendimento e de posicionamento num caminho que os clientes exigem que seja cada vez mais sustentável. No momento atual, os estímulos económicos para a recuperação pós pandemia e os pacotes financeiros disponibilizados pela União Europeia constituem uma excelente oportunidade para se avançar para soluções descarbonizadas, quer estejamos a falar das grandes indústrias ou de uso familiar. Este é um setor que se apresenta, assim, aliciante, do ponto de vista do aproveitamento de benefícios financeiros e fiscais, que se colocam  agora à disposição dos interessados.

Ao rápido retorno do investimento, com a redução de custos na fatura da eletricidade, junta-se a possibilidade de representarem uma fonte de rendimento extra, uma vez que é possível vender o excedente à rede. Por terem um tempo de vida útil de cerca de 25 anos, apresentam-se como uma solução muito competitiva.

Neste campo do autoconsumo de energia solar, a EDP cresceu de forma significativa, atingindo as 50.000 instalações a nível ibérico. Um crescimento que se deve, em grande parte, à disponibilização de soluções à medida das necessidades e orçamento. Como o modelo As-a-Service, através do qual é possível avançar para uma instalação solar com investimento 100% assegurado pela EDP. Esta solução permite uma previsibilidade de preços da energia e a garantia de poupança, estando a empresa disponível para cobrir custos de desvios de produção, face às estimativas iniciais.

Mas já desde 2012 que a EDP coloca à disposição das empresas soluções que promovem a competitividade das PME e de grandes empresas do setor industrial, através da ferramenta “Save to Compete” (S2C), que lhes permite perceber online qual a solução mais adequada para a sua realidade, simulando o tipo de benefícios e poupanças que teriam com as várias soluções disponíveis no mercado. Estas soluções são customizadas e desenhadas à medida das necessidades de quem as procura, baseadas no conhecimento que a empresa tem do setor.

Exemplos a seguir

Alguns dos exemplos de parcerias da EDP, que não só trabalham para a neutralidade carbónica, como trazem vantagens financeiras acrescidas para os intervenientes:

Parceria EDP/BCP

Em três edifício do banco Millenium BCP, no Tagus Park, em Oeiras, foi instalada uma central fotovoltaica, com 3703 painéis solares. Com o objetivo de satisfazer as necessidades energéticas do banco, através da utilização de energias renováveis, este projeto garante ainda uma maior eficiência energética dos edifícios. O objetivo, a médio prazo, é continuar a fazer investimentos nesta área, de forma a não só reduzir custos, mas, sobretudo, trabalhar para a sustentabilidade do planeta.

DADOS
Parceria EDP/Silvex

A Silvex, uma empresa de referência na indústria dos plásticos e dos papéis, instalou uma central fotovoltaica com uma potência de 1MWp, em regime de autoconsumo. Procurando um aumento de eficiência e diminuição da sua pegada ecológica, o objetivo é continuar a apostar neste caminho.

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